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INVESTIGAÇÃO

Secretário de Administração e Modernização de Imperatriz é investigado por Fraude Processual e Estelionato

Segundo inquérito, José Antonio Silva Pereira e sua filha à advogada Juliana de Meneses Silva Pereira, simularam venda de um imóvel sem declaração gerando prejuízos ao Estado e aos donos do imóvel.

26/09/2019 01h18
Por: Willamy Figueira
Fonte: Redação
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Prefeito Assis Ramos e o Secretário de Administração e Modernização, José Antonio Silva Pereira (Foto: Divulgação/Arquivo)
Prefeito Assis Ramos e o Secretário de Administração e Modernização, José Antonio Silva Pereira (Foto: Divulgação/Arquivo)

O secretário municipal de Administração e Modernização de Imperatriz, José Antonio Silva Pereira e sua filha, à advogada Juliana de Meneses Silva Pereira, estão sendo investigados por Fraude Processual e Estelionato onde estariam alienando um imóvel, através de propostas de negócios simulado, cuja a simulação incidiria sobre o preço abaixo de mercado e que destinaria parte do valor do imóvel de forma ilícita gerando prejuízos ao Estado e a família proprietária do imóvel.

A fraude só foi detectada após uma investigação de um "Investigador Particular" que acionou um dos herdeiros do imóvel que faz parte de partilha de bens que tramita na 3ª Vara da Família, Moacyr Ribeiro Neto, que cujo o valor negociado estava sendo praticado acima do estabelecido no "Alvará Judicial" cujo o valor da diferença praticado pelo secretário José Antonio e sua filha advogada Juliana de Meneses, em R$ 2 milhões.

Segundo o inquérito policial e arremetido para o Ministério Público, o secretário José Antonio, tentou emplacar sem sucesso a venda fraudulenta do imóvel Fazenda Princesa para quatro empresários e pecuaristas da região, sempre como a mesma condição de tirar vantagens e ocasionar prejuízos ao Estado e os proprietários do imóvel.

Ainda segundo o inquérito, o secretário José Antonio e sua filha a advogada Juliana de Meneses, não obtendo êxito na venda do imóvel avaliado em mais de R$ 13 milhões, convenceu a uma das herdeiras do imóvel, Maria Tereza Dalla de Souza, a vender o imóvel para a empresa GUARUJÁ EMPREENDIMENTOS REFLORESTAMENTO LTDA com uma entrada de R$ 2 milhões em depósito em juízo e 24 parcelas de R$ 187.500,00, porém a empresa GUARUJÁ EMPREENDIMENTOS REFLORESTAMENTO, tinha em seu Contrato de Sociedade Limitada, um capital social de apenas R$ 100 mil, que culminou no pedido de cancelamento da venda do imóvel que está como partilha de bens tramitando na 3ª Vara de Família, por Moacyr Ribeiro Neto.

Capital Social da Empresa Guarujá Empreendimentos Reflorestamento (Foto: Reprodução)

 

O delegado do caso, já ouviu todas testemunhas e alguns empresários ao qual foram procurados para compra do imóvel, mas segundo o inquérito, a peça chave e o principal acusado, o secretário José Antonio, desde do ano de 2018, é intimado a depor, mas o oficial não o encontra nos endereços que ele reside e trabalha.

Depósito judicial feito pela empresa Guarujá Empreendimentos Reflorestamento (Foto: Reprodução)

 

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